ECOCARDIOGRAFIA FETAL COM DOPPLER COLORIDO

PORQUER FAZER?

 

As cardiopatias congênitas estão entre as malformações fetais mais comuns com prevalência estimada em 8 a 9 por 1.000 nascidos vivos (0,8% a 0,9%). 

 

A Ecocardiografia Fetal com Doppler Colorido é uma técnica não invasiva de diagnóstico de alterações cardíacas fetais, sendo capaz de descartar 97% das malformações, viabilizando assim,

condutas salvadoras para o concepto portador de alterações antes ou logo após o nascimento.

Possibilita dar orientação para a família, fazer a programação do parto com equipe de Neonatologia e Cardiologia Pediátrica especializadas na condução do caso, e programação de cirurgia previamente definida, quando necessária. Possibilita ainda a realização de tratamentos intra-útero, como o controle medicamentoso de arritmias ou procedimentos invasivos em casos selecionados, hoje já realizados em grandes centros, que melhoram significativamente o prognóstico destas crianças. Além de evitar, que por falta de diagnóstico, esses recém nascidos sejam mal conduzidos, diminuindo assim o sucesso no tratamento e aumentando as chances de óbito.

É um exame realizado pelo cardiologista pediátrico especializado em ecocardiografia fetal, a ser realizado a partir da 25° semana, ou via transvaginal a partir da 18° semana, não apresentando qualquer risco ao feto ou à mãe.

Embora seja importante selecionar grupos com risco aumentado para malformação cardíaca fetal, sabe-se hoje que somente 10% dos recém-nascidos vivos com cardiopatia congênita têm um fator de risco identificável na gestação (pré natal). 90% das malformações cardíacas ocorrem em fetos sem qualquer fator de risco, e que a ultrassonografia morfológica só é capaz de detectar cerca de 36% das mesmas. Por isso é importante a triagem em 100% das gestações, como parte do pré- natal de rotina.


Podemos citar o caso do Heitor de 2 anos, diagnosticado intra-útero com Síndrome da Hipoplasia do Ventrículo Esquerdo,  considerada uma cardiopatia grave, que corresponde a 1% de todas as cardiopatias congênitas.

Os pais foram orientados e direcionados para um hospital especializado em cirurgia cardíaca em São Paulo, onde foi feita a programação de parto e direcionamento para cirurgia nos primeiros dias de vida.

A Síndrome da Hipoplasia do Ventrículo Esquerdo é responsável por 25% das mortes de causa cardíaca na primeira semana de vida, sendo fatal em 100% dos casos sem tratamento, podendo ser diagnosticada ainda na gestação. 

 

RELATO DA MÃE DO HEITOR: DAYARA CARDOSO SILVA

“No dia 08/04/2014, eu e meu esposo descobrimos que tudo iria mudar em nossas vidas com a descoberta da gravidez, que felicidade! Então começamos o pré-natal.

O tempo foi passando e quando chegou o 5º mês de gestação, ao realizarmos a ultrassonografia morfológica na clínica MedifetUS, descobrimos que dali em diante o rumo da gestação mudaria completamente. Fomos informados que havia uma malformação no coração do nosso bebê, que desespero! E agora, o que iríamos fazer? Fomos orientados a procurar um médico cardiologista especializado no caso, para termos a confirmação do que estava acontecendo. Enfim, fomos a um cardiopediatra e fizemos uma ultrassonografia mais específica, um ecodopplercardiograma fetal, onde foi diagnosticado um problema congênito no ventrículo esquerdo do coração do nosso bebê, complicação das mais graves.

Nossa, como iríamos seguir com esta notícia, meu Deus? Daí por diante começamos um acompanhamento mais de perto até o nascimento do nosso filho.

Se não fosse o diagnóstico ainda na gestação, não sei se nosso guerreiro estaria hoje entre nós com tanta saúde!”

 

Vitória Medifetus

Dra. Anamaria Rezende Soares Pinheiro

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